"Que o sentimento seja sincero enquanto durar. Se não o for, peço por gentileza que nunca exista. É preferível viver por suas escolhas, do que numa escravidão e escuridão de um falso amor. No entanto, se a pureza e a sinceridade transparecerem, o que provavelmente será comprovado após anos e perdurará para a vida toda, eu desejarei a você boas-vindas ao amor. Conhecerás a ternura desse sentimento, desconhecido por muitos". (Vinicius Augusto Cruz De Biasio)
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Frases Vinigutistas: 8º pensamento
Ouvi um docente do curso de administração falar que dificilmente o ser humano estará satisfeito de forma genérica, em todos os âmbitos de sua vida, na sua totalidade. Esse comentário chamou-me a atenção. Vida no singular seria modo de dizer, pois podemos ramificar essa palavra. Confesso que conciliar vida acadêmica, profissional, social, amorosa e espiritual é algo extremamente complexo. Precisamos ser o administrador de nossa vida, tomando as decisões certas. Para se ganhar aqui, deve-se perder alí. Há sempre uma relação de custo-benefício presente em nossas tomadas de decisões, o que comprova a hipótese de que o ser humano nunca será um indivíduo plenamente satisfeito. Portanto faça boas escolhas, de forma com que o que você o receba valha mais do que aquilo que você perdeu pela decisão já realizada. Talvez essa seja a receita para a felicidade ou talvez não. Eis uma questão para reflexão.
domingo, 7 de setembro de 2014
Resenha - Capítulo 1 do livro “Gestão de pessoas: subjetividade e objetividade nas organizações”
Eduardo
Davel possui Graduação em Administração pela Universidade Federal do Espírito
Santo. Ph.D. em management pela École des Hautes études commerciales de
Montréal. Doutorado sanduíche na Graduate Faculty of Political and Social
Science (New School for Social Research, New York).. Co-organizou os livros:
“Recursos” humanos e subjetividade (Vozes, 1996), Inovações organizacionais e
relações de trabalho (Edufes, 1997) e Homo administrativus (no prelo). Seus
interesses de pesquisa são direcionados para aspectos subjetivos, culturais e
simbólicos das organizações.
Sylvia
Constant Vergar possui Graduação em Pedagogia pela Universidade do Estado do
Rio de Janeiro (1974), mestrado em Administração Pública (RJ) pela Fundação
Getúlio Vargas - RJ (1984) e doutorado em Educação pela Universidade Federal do
Rio de Janeiro (1988). É coordenadora de cursos de educação continuada da FGV
Management. É autora dos livros: Gestão de Pessoas (Atlas, 1999) e Projetos e
relatórios de pesquisa em administração (Atlas, 1997). Seus interesses de
pesquisa englobam o desenvolvimento organizacional e gerencial, bem como
epistemologia e metodologia científica.
O
texto traz diversas abordagens sobre a gestão que lida com pessoas,
apresentando a evolução das linhas de pensamento ao longo do tempo com uma
linguagem direcionada aos profissionais da área de Administração. O capítulo
abordado divide-se em cinco partes: introdução; a questão da objetividade; as
tensões organizacionais existentes; a questão da subjetividade e a conclusão
dos autores. Davel e Vergara (2001) introduzem o assunto salientando a
importância da gestão de pessoas para a eficácia organizacional, criticando a
supervalorização da objetividade relacionada ao “ter” na contemporaneidade, o
que faz com que os indivíduos não conheçam e desenvolvam o seu eu interior.
Na
segunda parte, menciona-se a objetividade ligada ao modo ter, ao desejo de
sobrevivência e diretamente voltada à Administração de Recursos Humanos.
Baseia-se especificamente em teorias organizacionais para encontrar meios de
administrar pessoas priorizando o aumento da produtividade e de benefícios para
a organização, no que tange principalmente a lucratividade e eficácia
empresarial. A Administração de Recursos Humanos possui três principais
abordagens: a funcionalista; a estratégica; e a política. A abordagem
funcionalista constituiu-se basicamente de procedimentos, técnicas e
ferramentas visando a produtividade e competitividade. A abordagem estratégica leva
em consideração as influências do ambiente externo para o planejamento
estratégico da empresa, inclusive para o Departamento de Recursos Humanos. No
entanto, a abordagem política afirma que a Administração de Recursos Humanos
deve reger, controlar, integrar e equilibrar os interesses individuais, coletivos
e organizacionais por meio de uma postura ética e administrativa.
Na terceira
parte, há uma explanação sobre a incompatibilidade entre as funções da gestão
de pessoas na teoria e na prática. Criticam-se as contradições do mercado de
trabalho, onde muitas demandas e comportamentos esperados pelo empregador são
ambíguos e incertos. Disserta também sobre a resistência que muitos gestores e
departamentos possuem para aplicar teorias lógicas e benéficas na empresa e a
dificuldade dos mesmos para perceber a relevância dos colaboradores para se
obter melhores resultados organizacionais.
A
quarta parte trata da subjetividade atrelada principalmente ao reconhecimento
da interioridade e singularidade humana, na qual ressalta que a Gestão de
Pessoas deve absorver e considerar as inúmeras variáveis de um ser, como aspectos
religiosos, políticos, econômicos, morais, racionais, linguísticos,
psicológicos, entre outros. Na quinta e última parte, Davel e Vergara (2001)
concluem que tanto a objetividade quanto a subjetividade são importantes para a
gestão de uma empresa. Porém entendem que na área de Gestão de Pessoas ainda a
objetividade é a ferramenta mais utilizada e que ainda muitos profissionais
desse segmento desconhecem o poder da valorização do ser humano ou ainda
possuem a visão de que funcionário é um recurso e que investir nele é apenas
uma despesa adicional para a organização. Por fim, sugerem que os responsáveis
pela gestão de pessoas focalizem nos objetivos organizacionais criando
vantagens competitivas através de seus funcionários, e de maneira proporcional,
gerar vantagens para reter esses colaboradores.
No
contexto genérico, verifica-se que os autores reforçam traços da Teoria
Humanística, voltada para as pessoas e determinados traços da Teoria Sistêmica,
considerando que a Gestão de Pessoas, assim como a organização num todo, recebe
influências internas e externas. Tratando-se de um texto reflexivo, a obra não
possui uma linguagem objetiva ou sistemática, porém utiliza-se de algumas
ilustrações que facilitam a interiorização do conteúdo apresentado. Em época de
pleno emprego, é necessário que as empresas centralizem suas atenções em atrair
e reter pessoas, sendo esta uma obra que faz com que os leitores e gestores
reflitam e analisem sobre a viabilidade de treinar, estimular e acreditar nas
pessoas; pois se não houver ações para isso, o turnover da empresa aumentará e os objetivos empresariais possivelmente
não serão alcançados.
Referência bibliográfica:
DAVEL,
E. & VERGARA, S.C. Gestão de Pessoas: subjetividade e objetividade nas
organizações. São Paulo: Editora Atlas, 2001. p 31-56.
sábado, 14 de setembro de 2013
Frases Vinigutistas: 7º pensamento
"Uma pessoa não pode mudar outra. O que pode acontecer é o indivíduo receber estímulos para a mudança, mas a decisão parte do próprio indivíduo. Qualquer decisão de transformação traz desconforto, pois cada indivíduo tem sua particularidade e suas necessidades, considerando também que no meio disso tudo haverá uma análise das vantagens e desvantagens da situação. Portanto, não se preocupe com a mudança dos outros, pois isso não depende totalmente de você. E se a preocupação continuar? Possivelmente quem precisará fazer algumas mudanças na vida será você". (Vinicius Augusto Cruz De Biasio)
domingo, 11 de agosto de 2013
Decisões sobre a estrutura organizacional
Para a definição de qual
estrutura é a mais adequada a uma organização, deve-se conhecer quais são os
objetivos e o papel social dela, deste modo, pode-se escolher uma estrutura em
linha, linha-staff, funcional ou matricial. Se for feito o processo inverso, ou
seja, primeiro escolher a estrutura, os objetivos organizacionais poderão não
ser compatíveis com o modelo escolhido, afetando e comprometendo a eficácia
organizacional, ocasionado até mesmo um processo entrópico.
Com o desenho organizacional
definido por um organograma, tem-se outras escolhas a fazer: descentralizar ou
centralizar as decisões. Deve-se analisar as vantagens e desvantagens de cada
uma e verificar se os produtos ou serviços oferecidos pela organização demandam
uma centralização ou descentralização das tomadas de decisões. Através disso,
pode-se definir qual a margem de controle apropriada ao tipo de estrutura. A
organização centralizada talvez precise de margens de controle menores, e a
descentralizada pode recorrer a margens maiores, pois supõe-se que os
funcionários estejam treinados e preparados, não necessitando de muita supervisão.
Através da semelhança,
podemos relacionar as organizações centralizadas com as mecanicistas devido a
pouca flexibilidade e a alta padronização que estas possuem. E as descentralizadas
com as orgânicas, pelo fato de ambas possuírem a liberdade no fluxo de
informações e muita flexibilidade. A alta formalização das organizações
mecanicistas garante a eficácia organizacional, porém, poderá engessá-la, sendo
essa paralização uma desvantagem da alta burocratização. Alguns meios de
formalização são: manualização de normas, procedimentos e processos; descrição
de cargos, entre outros. Os processos também poderão ser sistematizados por
meio de fluxogramas.
Outra escolha relevante é a
do tipo de departamentalização, ou seja, como serão agrupadas as atividades da
empresa. As atividades podem ser departamentalizadas por funções, produtos,
processos, clientes ou território geográfico. Uma loja varejista que revende
produtos de vestuário poderá, por exemplo, departamentalizar por cliente:
infantil, juvenil, adulto e terceira idade.
Não adianta adequar sua
estrutura aos objetivos organizacionais e realizar uma diferenciação horizontal
(departamentalização) ou vertical (níveis hierárquicos), se não houver uma
integração, ou seja, uma boa comunicação e relação interdepartamental. É como
um corpo humano, onde cada órgão é um departamento, havendo toda essa
diferenciação de órgãos, será necessário haver a integração entre eles, para
que o todo funcione harmoniosamente.
sábado, 29 de junho de 2013
Quem somos nós para julgarmos as atitudes da tribo indígena Suruwaha?
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| www.profetizandoasnacoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/hakani-divulgacao.jpg |
Facilmente julgam-se ações coletivas e individuais de outros grupos, no entanto, algumas dessas ações estão presentes em nossa sociedade, como nos casos de infanticídio. Um exemplo é o da mãe Jacira Amália Marques que matou sua filha após o parto, na cidade de Araranguá, por estar sob influência do estado puerperal.
Discutindo sobre infanticídio e vida, não se pode esquecer do aborto. O aborto é uma atitude considerada antiética no Brasil, exceto quando a grávida corre risco de vida, quando a gravidez é resultante de um estupro ou quando o feto for anencefálico (Jurisprudência). Portanto, não se pode dizer que possuímos o direito a vida ou julgar tribos indígenas, se no Brasil é legalizado o aborto por mulheres estupradas.
O objetivo desse pensamento não é uma apologia a proibição de abortos nessa condição, e sim refletir ou mostrar que estamos agindo de forma semelhante, tirando o direito de viver de muitos fetos.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Frases Vinigutistas: 6° pensamento
"Realmente as coisas não são como planejamos. Após definir planos e objetivos, poderá acontecer algo imprevisível que mudará toda a rota e o rumo de sua vida. A vida é assim, imprevisível. Porém, o planejamento não deixa de ser algo importante, pois sem ele, as situações imprevisíveis e as novas oportunidades poderiam nem ter acontecido". (Vinicius Augusto Cruz De Biasio)
quarta-feira, 13 de março de 2013
Frases Vinigutistas: 5° pensamento
"Escolher é uma ação cotidiana e em algumas dessas escolhas
somos direcionados às escolas da vida. Somos sujeitados a diversas provas e em
determinadas situações tomamos grandes sustos, como se tirássemos uma nota
vermelha. Esse é o momento mágico, a hora de reflexão, de rever valores e atitudes,
como se houvesse um professor prestando auxílio com o objetivo de formar
indivíduos evoluídos e saudáveis, tanto no âmbito físico quanto no mental". (Vinicius Augusto Cruz De Biasio)
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Cadastro Positivo - Vantagens & Desvantagens
O Cadastro Positivo, banco de dados que registra a pontualidade de pagamentos feitos pelos consumidores, entrou em vigor em 1° de janeiro de 2013. Confira a seguir as vantagens e desvantagens desse cadastro:
VANTAGENS
O maior acesso ao crédito, ou seja, os consumidores que
estiverem neste cadastro não precisarão comprovar renda. Haverá menos burocracia
pois serão avaliados apenas pelo seu histórico.
Melhores condições de negociações e financiamento com os
estabelecimentos.
Menor risco de prejuízo por parte do comércio.
Os
estabelecimentos podem reduzir taxas de juros e definir uma oferta
mais vantajosa ao consumidor. Essa redução não é uma garantia, e sim, uma possibilidade.
DESVANTAGENS
Uso incorreto dos dados do consumidor: por mais que os dados sejam claros e objetivos, o
cadastro registrará o comportamento de compra e pagamento do consumidor, além
de possuir dados pessoais como profissão e renda. Portanto, departamentos de
telemarketing poderão utilizar de forma ilícita essa ferramenta.
Coerção de estar incluso neste cadastro, pois aqueles que são bons pagadores e que
por ventura precisarem ter acesso ao crédito, terão que se cadastrar para obter
melhores negociações.
Avaliação mais subjetiva: não teremos apenas o inadimplentes e
os que não estarão inclusos no cadastro negativo. Teremos os inadimplentes, pessoas que nunca precisaram obter um financiamento e provavelmente não estejam no cadastro, aquelas que
atrasaram o pagamento de suas dívidas mas pagaram e aquelas que pagam suas
dívidas corretamente. Não se sabe como será a avaliação por pontos ou se a
pessoa que nunca contraiu uma dívida terá uma pontuação menor do que aquela que
paga corretamente.
Referências:
Referências:
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Proibido Amar
Não é preciso ser um grande estudioso para dissertar sobre as relações amorosas atuais. Por meio do senso comum é possível perceber que os vínculos afetivos estão mais frágeis.
Casais estão se divorciando antes de ter uma conversa séria, perdoar ou dar uma nova chance. A Internet e as redes sociais transformaram pessoas, tornando a infidelidade e a desconfiança mais presente nos lares.
Casais estão se divorciando antes de ter uma conversa séria, perdoar ou dar uma nova chance. A Internet e as redes sociais transformaram pessoas, tornando a infidelidade e a desconfiança mais presente nos lares.
A facilidade de comunicação, diversos corpos e rostos bonitos, e a sensação de que a vida de outras pessoas são perfeitas atraíram indivíduos de qualquer idade, estado civil e sexo ao âmbito cibernético.
Aplicativos de redes sociais facilitaram o sexo casual, o que propicia o aumento de adultérios e a disseminação de DSTs.
Para alguns, o sexo casual é uma ótima alternativa, visto que o tempo para o lazer e para a vida amorosa estão mais escassos. Outros, preferem esquecer a vida amorosa e priorizar a vida profissional. Poucos tentarão manter o casamento ou desejarão casar.
Haverá uma tendência ao sentimento frio, onde praticamente será proibido amar, com a finalidade de prevenir sofrimentos ou doenças afetivas.
Aplicativos de redes sociais facilitaram o sexo casual, o que propicia o aumento de adultérios e a disseminação de DSTs.
Para alguns, o sexo casual é uma ótima alternativa, visto que o tempo para o lazer e para a vida amorosa estão mais escassos. Outros, preferem esquecer a vida amorosa e priorizar a vida profissional. Poucos tentarão manter o casamento ou desejarão casar.
Haverá uma tendência ao sentimento frio, onde praticamente será proibido amar, com a finalidade de prevenir sofrimentos ou doenças afetivas.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Danoninho caseiro
Sobremesa prática e deliciosa.
Modo de preparo:
Ingredientes:
-1 pacote de suco em pó (sabor morango);
-2 latas(300g cada) ou 3 caixinhas (200g cada) de creme de leite;
-1 lata de leite condensado;
-1 copo de iogurte natural integral;
-1 pacote de suco em pó (sabor morango);
-2 latas(300g cada) ou 3 caixinhas (200g cada) de creme de leite;
-1 lata de leite condensado;
-1 copo de iogurte natural integral;
Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador e coloque-os em uma travessa. Lave e pique os morangos; e distribua-os por cima da sobremesa. Deixe na geladeira por 2 a 3 horas.
sábado, 16 de junho de 2012
Sorte, seja bem-vinda!
Não tenha medo de se desfazer de coisas que te fazem mal. Não tenha medo de mudar de cidade por uma pessoas amada, novo emprego ou desafio. Pessoas vivem infelizes pois não confiam em si mesmo. Se você fizer o que gosta, estiver em um lugar que se sinta à vontade ou com quem ama, as coisas fluirão rapidamente. Não se algeme a um salário ou a uma má companhia. A razão não deve prevalecer, deve haver um equilíbrio entre a razão e o coração.
Choverão pessoas dizendo que não será fácil arriscar, trocar o certo pelo duvidoso. Trocar o certo pelo duvidoso? Pessoas falam isso pois o evento, a indecisão ou a situação não ocorrem com elas. Quem presencia e se excita com a nova oportunidade ou possibilidade de arriscar, sabe que o certo não é permanecer como está. Aceite novos desafios sem receios. Abra a porta para a sorte! Ou ficará com o ressentimento de não ter pelo menos tentado?
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Políticos negligentes
A classe dominante tenta desde sempre transmitir a ideia de que realmente importam-se com outras classes. Seria mais racional colocar pessoas que moram em condições desfavoráveis em um local apropriado, porém é mais fácil desculpar-se pelos desmoronamentos de terra e argumentar de que o fato foi algo fortuito. A curto prazo esse remanejamento sairia caro, porém, a longo prazo seria vantajoso e eficiente.
Alguns políticos brasileiros não estão interessados em cumprir os objetivos constitucionais ou resolver os problemas sociais, mas sim em mantê-los. Somente mantendo, oferecendo a "esmola" ao invés do "emprego", conseguirão influenciar o povo que possui pouco acesso à educação ou informação. Algumas ferramentas de favorecimento político são altamente populares, porém nem todas oferecem oportunidades aos cidadãos.
O investimento deveria ter como finalidade a independência do povo em relação aos benefícios contínuos. Entretanto, a dependência estimula a alienação das classes não dominantes, e esse é o principal objetivo dos políticos negligentes.
O importante é cada brasileiro retomar o que lhe foi retirado, sentir-se dono do país, e não se deixar enganar pela falsas intenções.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Frases Vinigutistas: 4° frase.
"Preocupar-se excessivamente em ser alguém na vida, pode te transfomar em um ninguém" (Vinicius Augusto Cruz De Biasio).
domingo, 9 de outubro de 2011
Frases Vinigutistas: 2° frase.
"Quem nunca se arrependeu de algum erro, não sabe o que é desenvolvimento positivo da alma" (Vinicius Augusto Cruz De Biasio).
domingo, 4 de setembro de 2011
Surpresa!
Muitas pessoas me conhecem há anos, porém nem sabem que possuo esta marca de nascença no couro cabeludo que parece "semente de caqui". Desde pequeno escondo ela com o cabelo, pois sempre que uma pessoa visualiza, há espanto.
Já consultei médicos, entretanto, nenhum soube dizer o que realmente era. Meu sonho é fazer uma cirurgia plástica para retirá-la, contudo, não sei se há uma ligação com o cerébro. No fim do ano passado, o grande professor de filosofia José Wilson mostrou-me sua marca de nascença no couro cabeludo, que por coincidência é muito parecida com a minha, porém, menor.
O interesse em publicar esta fotografia no blog partiu da vontade de encontrar pessoas com a mesma marca de nascença, já que não encontrei ninguém na minha vasta pesquisa pela internet.
Marcadores:
couro cabeludo,
marcas de nascença
Local:
Curitiba - PR, Brasil
sábado, 4 de junho de 2011
Brasil e a falta de cidadania.
![]() |
| http://www.vale1clique.com/wp-content/uploads/2010/07/brasil.jpg |
A desigualdade social está aumentando a escassez de cidadania. A Declaração Universal dos Direitos Humanos diz que toda pessoa tem direito ao trabalho, à saúde, vestuário, habitação e instrução; mas sabe-se que a teoria nem sempre é colocada em prática, e que estes direitos são ilusórios.
Isto ocorre devido ao crescente desinteresse dos brasileiros na hora de exercer a cidadania, como por exemplo, nas eleições.
Uma pessoa que anula ou vende seu voto, não poderá exigir seus direitos, pois não cumpriu o seu dever. O funcionário que não cumpre com seu dever, terá pouco ou nenhum direito. Outro exemplo comum seria: o aluno que não estuda, não apresenta interesse, depois que recebe as notas ruins, quer exigir mais do professor e chega até a culpá-lo pela situação.
O incorreto é o cidadão pagar diversos impostos, e ainda ver muitas pessoas passando fome, crianças sem escola, unidades de saúde ineficazes e outras situações incompreensíveis.
Há explicações para essas situações? Claro que sim! Não podemos cobrar nossos direitos, se a maioria continua elegendo candidatos pelo carisma, por gasolina, por cestas básicas ou pela sorte. Quando você vende o voto, você está pensando no seu benefício momentâneo, o que resultará em um malefício para a sociedade em que vive, ou seja, em todas àquelas situações incompreensíveis.
Não se pode exigir muito de um político, pois grande parte dos brasileiros que encontram uma mala ou carteira com dinheiro, não devolve ao seu verdadeiro dono. E a menoria que resolve devolver, é rapidamente divulgada na mídia, como exemplo de honestidade.
O brasileiro deve colocar todos seus conhecimentos éticos e morais em prática, deve cumprir o seu dever, para poder cobrar seus direitos. A cobrança deve ser rígida, não se pode acompanhar a política brasileira apenas pelos meios de comunicação, e concordar com tudo o que por eles é decidido. Deve-se eleger políticos que represente o povo brasileiro por inteiro, que diminuam todos os tipos de desigualdade e não aqueles que visam apenas o desenvolvimento da elite brasileira.
Referências:
- http://portal.mj.gov.br/sedh/ct/legis_intern/ddh_bib_inter_universal.htmdomingo, 15 de maio de 2011
A rápida mudança da vida social e profissional do homem.
A Globalização está por todo canto, invadindo e mudando a mente, a casa, os valores e costumes do ser humano. A rapidez de comunicação da televisão e da internet trouxe junto o excesso de informação.
Pode-se citar como benefício desta mudança súbita, o aumento da quantidade de empregos, devido às empresas transnacionais.
Pra quase mais nada serve o curso de datilografia(antigamente, muito demandado); no momento, por exemplo, o exigido é conhecimento em informática e de línguas.
A globalização assassinou muitas culturas, porém, houve também a mesclagem delas. Muitas línguas extinguiram-se, mas em contrapartida, temos diversos hábitos alimentares em um mesmo país, devido à essa mesclagem de costumes.
Os relacionamentos entre pessoas foram afetados também.Os casamentos têm durado bem menos do que no passado, a amizade não-virtual foi substituídas por centenas de "amigos" virtuais em redes sociais. A globalização exige muito do ser humano, exige atualizações quase que constantes, tanto no âmbito social, profissional, pessoal ou intelectual; o empregado deve ser multifuncional. Depressão e estresse são doenças da era globalizada, não no sentido de surgimento, mas sim de um aumento considerável dos casos delas.
O Interessante é que quem realizou e ainda realiza essa mudança no mundo, que quem fez o homem tornar-se estressado e com falta de tempo, foi ele próprio. Alguns exemplos de como ele deixou isso acontecer, são: as inovações, a criação constante de novos produtos, o fortalecimento da língua inglesa, e a preferência de filmes internacionais à nacionais. E o quê o cidadão deste mundo não deve fazer? Não deve viver para a globalização, nem viver parado no tempo. Tem que haver o equilíbrio, evitar vícios ou desinteresses, saber o que é melhor para você e para a sociedade, ou seja, sempre visar o bem-estar de todos.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Quem são os administradores antiéticos?
Um administrador antiético é aquele que não administra sua empresa, ou seja, aquele que deixa seus funcionários se autogerirem, devido a falta de comunicação, relacionamento e liderança com eles. É aquele que não utiliza a razão, mas sim os sentidos e age por impulso. É também aquele que desvia dinheiro para se beneficiar, e aquele que não controla o dinheiro da empresa. O que compra ou utiliza mais recursos(exemplos:clips, papéis e funcionários) do que deveria. Se ele não controlar a produção, - como por exemplo, a fiscalização de defeitos ou se há furto de produto pelos funcionários - ele será antiético.
Mas veja como é complicado estes assuntos de ser ético ou não, pois se o administrador insere um sistema de câmeras de segurança na empresa, logo ele está sendo ético na profissão. Pois haverá controle, que garantirá a eficiência dos recursos. Porém existem funcionários que podem achar essa atitude totalmente antiética, pois eles sentirão uma certa desconfiança vinda deste administrador. Não é ético também, tratar funcionários como se fossem máquinas, pois estas não pensam, apenas produzem. Primeiro o ser humano, depois o lucro.
Certas atitudes podem ser éticas para alguns e antiéticas para outros, como por exemplo, a economia de queijo para a produção de um sanduíche não será uma atitude correta para o consumidor, mas sim para o administrador.
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